Em tempos de corrupção, mensalão, dinheiro na meia, na bolsa, calote Constitucional, de ausência de reposição nos vencimentos, proventos e pensões, de apatia para lutar pelas justas causas, é necessário acordar e reagir, é o mínimo que a cidadania exige.
Vou repetir até a exaustão, ainda que, você tenha se encostado ao canto da conformação a indignação, lhe cobro a omissão.
Não podemos, nem devemos aceitar a inconstitucional Emenda n.º 62/09 – calote no pagamento de precatórios. Neste sentido, ingressei com a ADIN (Ação Direta de Inconstitucionalidade) junto ao Supremo Tribunal Federal.
Não aceitamos, protestamos e vamos lutar contra a amnésia de quem assume o comando e ignora a dívida passada da reposição, FAM etc.
Informatizar é necessário sim, aliás com o atraso de décadas neste estado, mas, é de fundamental importância asseverar que sem funcionários com salário digno, a máquina não faz justiça, e a carência atual é de 15 mil e a ausência de reposição salarial é de anos.
Será que o novo modelo de administração é tratar o funcionário como descartável e sem valor para distribuir Justiça no Tribunal, somente pelo computador?
Evidente que a resposta por si emerge incontestável demonstrando a causa e o caos atual, pois nem na novela da Rede Globo “Tempos Modernos“ a ficção do computador resolve o mundo real.
Sob pena de sucumbir ao mar de processos que está se tornando um “tsunami” judicial, a altivez de se exigir do Governador do Estado recursos financeiros, não admite mais omissão.
Pedir humildemente um “dinheirinho” é rasgar a Constituição e fechar as portas do Judiciário para a população.
Você como funcionário e cidadão responsável, não tem o direito de se omitir.
Vamos batalhar juntos, pois sem resistência e persistência a cidadania perece.
Fonte: Julio Bonafonte
Publicado por: Juliana Garcia
Data da publicação: 22/02/2010
|
Imprimir esta notícia  |